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The Impact of Internal Migration

Our publications related to   "The Impact of Internal Migration"  

 

  • Internal Migration in Nigeria: A Positive Contribution to Human Development
     
    
     

A combination of various data sets were examined in this report to assess the impact of internal migration on human development in Nigeria. These include: the 2010 Internal Migration Survey conducted by Nigeria’s National Population Commission, key informant interviews and focus group discussions involving about seven thousand internal migrants spread across twenty‐four locations in Nigeria’s six geopolitical zones, participants’ observations and existing literature. As the study found, layers of internal migrants, comprising two different generations: first generation and their dependants and second generation migrants. These internal migrants are originally from within Nigeria and from neighbouring West African nations. They were driven by motivations that occasionally overlapped and, at other times, diverged. Their experiences, like their motivations, are equally different and nuanced.

These particular characteristics, combined with the existing regional differences in Nigeria, make internal movements of people, merchandise and ideas an essential component of life in the studied areas. However, contrary to the widely held view that internal migration is an economic and developmental problem, the study found that internal migration increases access to education, prolongs lives and contributes to improved living standards, not only for the internal migrants and their dependants and loved ones in regions of origin, but also of their host communities in destination areas. Owing to its impact on human development, the study favours policy interventions in, among others, internal migration and development, migration facilitation, migration management and migration data collection.

The final report, policy brief and executive summary of the study can be accessed via the links below:

 

     

 

 

  • Migração interna, urbanização e saúde em Angola
     
    
     

O objectivo principal deste estudo foi analisar as articulações entre a migração interna, a urbanização e a saúde em Angola, bem como a estrutura de políticas nacionais relativamente à mobilidade interna. O estudo foi realizado por uma equipa de investigadores especializados em questões socioeconómicas angolanas, em colaboração com o ISEG-UTL. A metodologia incluiu revisão bibliográfica, clipping de imprensa, análise da informação estatística, entrevistas, estudos de caso e a participação activa e interactiva no Workshop Nacional sobre Migrações e Desenvolvimento, realizado em Luanda, em 13 e 14 de Março de 2013. Os estudos de caso foram conduzidos em Luanda, no Huambo e em Benguela entre Março e Junho de 2012, tendo sido realizadas entrevistas a representantes/especialistas de instituições públicas e da sociedade civil, a profissionais da saúde e a migrantes.

O estudo inventariou as tendências das migrações internas em Angola, reconhecendo que a guerra civil implicou deslocações forçadas que contribuíram para acentuar as diferenças em termos de desenvolvimento e urbanização no país. Na fase pós-guerra as migrações resultam de factores como a reunificação das famílias, a procura de trabalho ou de acesso a oportunidades e o acesso a serviços, nomeadamente de saúde. Em termos de dinâmicas das migrações, concluiu-se que os migrantes se instalam com suporte principalmente da família e das redes em que esta está inserida, sobretudo em bairros periféricos com elevadas insuficiências em infra-estruturas. Contudo, constatou-se que os migrantes não são diferenciados ou discriminados no  acesso aos serviços de saúde. A intervenção para gerir as migrações internas teve um carácter pontual, no quadro de programas nacionais, sem que tenha havido coordenação sectorial ou uma perspectiva de médio/longo prazo.

 

 

 

 

 

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